27/09/2011


[acaricio as feridas abertas para sumir com as lembranças das almas etílicas.]



a moça se descabela
no rio do desespero.
piranhas pulam para abocanhar
um pedaço de carne
com cheiro inebriante
de alfazema.

amor ?




[vejo amor onde não tem.]

25/09/2011

 gosto desses subersivos das letras, eles viviam inquietos e cheios de hábitos pouco comuns.tudo bem, se tivesse em mãos alguns diários que esses caras escreveram eu ia continuar achando minha vida muito boa. não, provavelmente eu enlouqueceria com a merda de vida que eles viveram, porque é assim pelo menos para mim: inquietude é uma falta de paz de espírito impressionante.

 [quem nunca matou o amor que mostre a primeira faca.]



[gritos, garrafas e algum furto no meio da confusão, a manhã nasce no silêncio da violência jorrada de sangue.]